Há cerca de um mês terminei de ler Eu Robo. Eu Robo é um clássico da ficção cientifica escrito há mais de cinqüenta anos por Isaac Asimov. O livro é composto de uma serie de contos sobre robôs, o fio condutor é Susan Clavin, robopsicanalista, uma psicóloga especialista em robô. Através das entrevistas e historias contadas por Susan a um jornalista que deseja escrever sobre o passado dos robôs, suas origens, antes deles dirigirem a terra, conhecemos o universo imaginado por Asimov. Sim, leitores, o livro parte de um futuro onde a terra é completamente dirigida por robôs e faz uma viagem inversa, através das historias narradas por Susan, entendemos como os robôs começaram a se relacionar com os humanos, como os humanos foram deixando cada vez mais a responsabilidade sobre os rumos da humanidade nas mãos dos robôs. Isso só foi possível através do desenvolvimento de um cérebro que nada tem de rudimentar, um cérebro que dá a cada robô uma determinada personalidade. O livro é maravilhoso e o universo criado por Asimov é perfeitamente crível. Não, os robôs dominam o mundo mas não através de uma grande guerra, como em “O exterminador do futuro”, o ano de 2070 imaginado por Asimov não tem nada de catastrófico, nada de feio, nada de destruição, mas há algo de trágico no ar. Talvez a percepção objetiva e clara de que a Terra está melhor nas mãos de robôs que dos próprios seres humanos. 20.11.10
Eu, Robo
Há cerca de um mês terminei de ler Eu Robo. Eu Robo é um clássico da ficção cientifica escrito há mais de cinqüenta anos por Isaac Asimov. O livro é composto de uma serie de contos sobre robôs, o fio condutor é Susan Clavin, robopsicanalista, uma psicóloga especialista em robô. Através das entrevistas e historias contadas por Susan a um jornalista que deseja escrever sobre o passado dos robôs, suas origens, antes deles dirigirem a terra, conhecemos o universo imaginado por Asimov. Sim, leitores, o livro parte de um futuro onde a terra é completamente dirigida por robôs e faz uma viagem inversa, através das historias narradas por Susan, entendemos como os robôs começaram a se relacionar com os humanos, como os humanos foram deixando cada vez mais a responsabilidade sobre os rumos da humanidade nas mãos dos robôs. Isso só foi possível através do desenvolvimento de um cérebro que nada tem de rudimentar, um cérebro que dá a cada robô uma determinada personalidade. O livro é maravilhoso e o universo criado por Asimov é perfeitamente crível. Não, os robôs dominam o mundo mas não através de uma grande guerra, como em “O exterminador do futuro”, o ano de 2070 imaginado por Asimov não tem nada de catastrófico, nada de feio, nada de destruição, mas há algo de trágico no ar. Talvez a percepção objetiva e clara de que a Terra está melhor nas mãos de robôs que dos próprios seres humanos.
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3 comentários:
Muitas vezes deixamos em máquinas a responsabilidade de nossa felicidade, sabe um exemplo disso? Um robô chamado computador, hoje nem escrevemos mais cartas a punhos, hoje em dia mandamos e-mails, se algum dia os robôs dominarem o mundo, a culpa será nossa...rs
Amei a dica de livro.
Asimov, o rei dos nerds!
parafuso perdido
Nós, robos...
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